
Bom, voltei. Sim, eu continuo achando que escrever nisso aqui ainda vale a pena. Vale a pena não por eu ter uma obrigaçãozinha estúpida na condição em que estou profissionalmente, mas porque eu necessito de vomitar as podridões que como com os olhos e ouvidos. A minha crítica repugnante tem se tornado minha maior inimiga nos últimos anos pelo fato de eu ser digamos, idiota. Idiota? Sim! O grande bobalhão. Então, pra evitar que eu me auto-flagele injustamente, eu resolvi me manifestar da forma mais conveniente e, é claro, da forma em que eu mais me garanto, pela internet.
“Pela internet, você me diverte, me dizendo coisas que nem sei, Hoje logo depois que eu acordei, bla bla bla ... “ em ritmo de samba nostálgico* eu reinicio minhas aventuras nesse blog(aliás, quando foi que começou? Vocês estão vendo algo?) As vezes penso no quanto eu poderia ser melhor se fosse mais humano e ser mais humano, portanto, significa de forma invertida ser menos intelectual. Eu quero fugir um pouco desse mundo fundamentalista que me faz feliz por um lado e me massacra do outro, não que eu seja um retardado infeliz, depressivo e adjetivos ruins por aí (muito pelo contrário) só que meu espírito é simples. Eu percebi nos últimos três anos que sou um grande ator, e por isso enviarei meu CV pra rede Record (ta pagando melhor).
Minhas crises de baixa estima se confrontam com meu “HIPER EGO PHODON” e causam estardalhaço, eu to cansado disso, cansei de ser o grande Hebert santo das causas históricas impossíveis pra cair na real e ser o... Hebert, 21 anos, magro, feio, porém, piedoso e humano, demasiadamente, humano.
Nesses últimos anos, Deus me mostrou e diariamente me mostra que de nada adianta saber loucuras, quando se perde a noção da humanidade, do respeito ao próximo e por si mesmo. Ok chega!
Você achou esse texto idiota? Ridículo? Que coincidência meo!
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